E se Deus marcasse um encontro consigo?
As férias de Mackenzie Allen Philip com a família na floresta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada.
Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana.
Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.
Obs:o livro é otimo,adorei,recomendo ler
Muito tempo sem dar as caras por aqui,não tinha nada para fala e ainda continuo não tendo,mas estou bem,comecei fazer academia e estou ralando tem mim ajudado bastante com os problemas.Tenho saido muito para casa de amigos isso mim diverte muito,tenho procurado esquecer mais dos problemas e viver o momento,graças a DEUS tenho conseguido esquece-los um pouco,afinal o que vale é ser feliz hoje o amanhã não importa,vc não sabe se estará vivo até lá,tenho acatado essa ordem para minha vida e tem dado certo,ser feliz agora.
Bom é isso vou terminando por aqui
bjos.
Bom é isso vou terminando por aqui
bjos.
Coma Branco
Há algo frio e vazio
Por trás de seu sorriso
Ela continua transgredindo
Numa milha milagrosa
Porque você era de um mundo perfeito
Um mundo que me jogou fora hoje,hoje,hoje
Para sair correndo
uma pílula pra te entorpecer
uma pílula pra te emburrecer
uma pílula pra te tornar qualquer outra pessoa
mas nenhuma droga nesse mundo
irá salvá-la dela mesma
Sua boca era um corte vazio
Ela esperava a queda
Sangrando como uma garotinha
Que perdeu todas suas bonecas
Porque você era de um mundo perfeito
Um mundo que me jogou fora hoje,hoje,hoje
Para sair correndo
uma pílula pra te entorpecer
uma pílula pra te emburrecer
uma pílula pra te tornar alguém mais
mas nenhuma droga nesse mundo
irá salvá-la dela mesma
Você era de um mundo perfeito
Um mundo que me jogou fora hoje,hoje,hoje
Para sair correndo
uma pílula pra te entorpecer
uma pílula pra te emburrecer
uma pílula pra te tornar alguém mais
mas nenhuma droga nesse mundo
irá salvá-la dela mesma
uma pílula pra te entorpecer
uma pílula pra te emburrecer
uma pílula pra te tornar alguém mais
mas nenhuma droga nesse mundo
irá salvá-la dela mesma.
letra Merilyn Manson
ORAÇÃO PARA BOBBY
Sabe quando a gente carrega uma ideologia a vida inteira e de repente acontece algo e muda totalmente o nosso modo de pensar? Esta foi a situação que Mary Griffith passou. Mary, hoje com 74 anos, foi uma mulher criada nos padrões mais rígidos da religiosidade. Nascida numa família tipicamente católica em 1934, era uma criança insegura. A ameaça da condenação era tão constante na sua vida, que uma vez ela chegou a sonhar que Deus a estava perseguindo. Mary viu sua vida dar uma reviravolta quando descobriu que seu filho mais novo, Bobby Griffith, era homossexual. Bobby cresceu feliz e inteligente, um menino obediente e gentil. Na adolescência, descobriu sua atração por outros rapazes. Por ser um devoto cristão ele estava muito consciente dos ensinamentos da Igreja que freqüentava juntamente com seu irmão, duas irmãs e sua mãe Mary. Por ter aprendido que ser gay era um dos piores pecados, ele acreditava ser um doente de corpo e deficiente de alma, que queimaria no inferno por toda a eternidade e que não era digno do amor de Deus.Bobby foi submetido a terapias de cura e sua mãe citava incessantemente versículos da Bíblia
numa campanha cruel para convencê-lo a deixar de ser gay. Bobby tentava abrir sua mente, dando-lhe livros sobre homossexualidade, mas nada a fazia mudar de opinião.
Incapaz de lidar, diariamente, com os conflitos e lutas tanto com a sua família quanto com a sua religião, Bobby pulou de uma ponte sobre uma movimentada estrada em Portland, Oregon, em 27 de agosto de 1983 e morreu instantaneamente devido às lesões internas, ele tinha apenas 20 anos de idade.
Mary então se vê numa encruzilhada, convencida de ser a culpada pelo suicídio do filho, ela começa a reconsiderar sua interpretação da homossexualidade. Enquanto para a maioria das pessoas pouco importava se Bobby estava no céu ou no inferno, Mary realmente gostaria que seu filho estivesse no céu. Ela passa a procurar respostas na própria religião. Vasculhando o quarto do filho para encontrar estas respostas, ela se depara com um diário onde ele escreveu muitos de seus medos e angústias:
“Eu não posso deixar que ninguém saiba que eu não sou hétero. Isso seria tão humilhante. Meus amigos iriam me odiar, com certeza. Eles poderiam até me bater. Na minha família, já ouvi várias vezes eles falando que odeiam os gays, que Deus odeia os gays também. Isso realmente me apavora quando escuto minha família falando desse jeito, porque eles estão realmente falando de mim. Às vezes eu gostaria de desaparecer da face da terra”.
Ele tinha 16 anos quando escreveu isso. Ele desapareceu, mas as suas angústias sobreviveram
personificadas na imagem da sua mãe. Tal angústia materna supera e vence os ranços religiosos. Quebra os paradigmas sobre a palavra de Deus e suas interpretações por parte dos religiosos intolerantes e homofóbicos.
A história de Mary e Bobby Griffith é muito conhecida entre estudiosos da homossexualidade. Hoje Mary é uma conhecida ativista e presidente da 'Associação Nacional de Pais, Familiares e Amigos de Lésbicas e Gays' (PFLAG). Sua história inclusive inspirou um livro esrito pelo jornalista Leroy Aarons, em 1995, que é fundador do National Lesbian and Gay Journalists Association. E no começo do ano virou uma série televisiva norte-americana,Prayers for Bobby (Orações para Bobby) , foi considerado um sucesso para uma produção com um assunto tão dramático. Foram cerca de 3,8 milhões de espectadores na estreia no sábado (24 de janeiro) e 2,3 milhões na reprise no domingo. O número de acessos ao site do canal Lifetime(que exibiu o filme) disparou 169%, com internautas sedentos por mais informações sobre o filme, tema obrigatório na comunidade gay de lá na semana em que foi exibido.
Os especialistas entendem que uma correta educação das famílias sobre o assunto ajudaria a prevenir tragédias como essa. Hoje, 30 anos depois de sua morte, mesmo em metrópoles, as famílias de todos os credos e
classes sociais ainda encurralam seus filhos gays para quadros de depressão, revolta e desesperança.
numa campanha cruel para convencê-lo a deixar de ser gay. Bobby tentava abrir sua mente, dando-lhe livros sobre homossexualidade, mas nada a fazia mudar de opinião.Incapaz de lidar, diariamente, com os conflitos e lutas tanto com a sua família quanto com a sua religião, Bobby pulou de uma ponte sobre uma movimentada estrada em Portland, Oregon, em 27 de agosto de 1983 e morreu instantaneamente devido às lesões internas, ele tinha apenas 20 anos de idade.
Mary então se vê numa encruzilhada, convencida de ser a culpada pelo suicídio do filho, ela começa a reconsiderar sua interpretação da homossexualidade. Enquanto para a maioria das pessoas pouco importava se Bobby estava no céu ou no inferno, Mary realmente gostaria que seu filho estivesse no céu. Ela passa a procurar respostas na própria religião. Vasculhando o quarto do filho para encontrar estas respostas, ela se depara com um diário onde ele escreveu muitos de seus medos e angústias:
“Eu não posso deixar que ninguém saiba que eu não sou hétero. Isso seria tão humilhante. Meus amigos iriam me odiar, com certeza. Eles poderiam até me bater. Na minha família, já ouvi várias vezes eles falando que odeiam os gays, que Deus odeia os gays também. Isso realmente me apavora quando escuto minha família falando desse jeito, porque eles estão realmente falando de mim. Às vezes eu gostaria de desaparecer da face da terra”.
Ele tinha 16 anos quando escreveu isso. Ele desapareceu, mas as suas angústias sobreviveram
personificadas na imagem da sua mãe. Tal angústia materna supera e vence os ranços religiosos. Quebra os paradigmas sobre a palavra de Deus e suas interpretações por parte dos religiosos intolerantes e homofóbicos.A história de Mary e Bobby Griffith é muito conhecida entre estudiosos da homossexualidade. Hoje Mary é uma conhecida ativista e presidente da 'Associação Nacional de Pais, Familiares e Amigos de Lésbicas e Gays' (PFLAG). Sua história inclusive inspirou um livro esrito pelo jornalista Leroy Aarons, em 1995, que é fundador do National Lesbian and Gay Journalists Association. E no começo do ano virou uma série televisiva norte-americana,Prayers for Bobby (Orações para Bobby) , foi considerado um sucesso para uma produção com um assunto tão dramático. Foram cerca de 3,8 milhões de espectadores na estreia no sábado (24 de janeiro) e 2,3 milhões na reprise no domingo. O número de acessos ao site do canal Lifetime(que exibiu o filme) disparou 169%, com internautas sedentos por mais informações sobre o filme, tema obrigatório na comunidade gay de lá na semana em que foi exibido.
Os especialistas entendem que uma correta educação das famílias sobre o assunto ajudaria a prevenir tragédias como essa. Hoje, 30 anos depois de sua morte, mesmo em metrópoles, as famílias de todos os credos e
classes sociais ainda encurralam seus filhos gays para quadros de depressão, revolta e desesperança.Há diversos estudos alertando que a taxa de suicídios é explosiva entre jovens homossexuais, principalmente entre efeminados, usuários de álcool e drogas, que não resistem a tanta pressão e angústia.
"Um em cada três homossexuais tentou se suicidar pelo menos uma vez nos EUA", cita a psicoterapeuta Marina Castañeda, em "A Experiência Homossexual" (editora A Girafa, 2007, 327 págs), hoje um dos melhores livros com explicações e conselhos para gays, suas famílias e terapeutas.
"A construção da identidade gay dura, em média, 15 anos. Isso implica um longo período de incerteza que, evidentemente, tem um custo afetivo muito elevado. Os anos que muitos homossexuais passam se perguntando e explorando sua sexualidade poderiam explicar seu isolamento e sua imaturidade em certos campos. Em inúmeros casos passaram boa parte de sua juventude em conflitos internos ou em relações problemáticas, engajados na difícil tarefa de compreender a sua identidade sexual", escreve Castañeda. Opressão religiosaUma família esclarecida poderia ajudar bastante a reduzir as taxas de suicídio. Em "Orações para Bobby", pelo contrário, a mãe anda com a Bíblia debaixo do braço e prega post-its com mensagens religiosas no banheiro lembrando o filho do seu pecado. O irmão é a primeira pessoa para quem Bobby se abre, ao contar que sonha com homens, e não com meninas.
A atuação do jovem suicida ficou a cargo do ator Ryan Kelley, 22, que fez participações em séries de TV como "Smallville" e "Ghost Whisperer". Críticos avaliaram bem a interpretação do rapaz, mas ponderam que ele teve a ajuda do trabalho extraordinário de Sigourney Weaver, principalmente nos diálogos em que tenta convencer sua mãe de que não é culpado por sua homossexualidade. A trilha também ressalta o clima deprê do caso, com destaque para o hit "Hope for the Hopeless", da cantora e pianista A Fine Frenzy.Filmes como "Orações para Bobby" fazem parte de uma nova safra de produções com foco em conflitos homossexuais, antes restrita ao circuito alternativo. O "gay movie" invadiu espaços antes conservadores e virou um filão comercial para a indústria do audiovisual desde o sucesso de "O Segredo de Brokeback Mountain" (2005).
Estou mim sentindo tão inútil,sem nenhuma utilidade ,sentido sozinha,vazia,sem nada para dar e pioro para receber,não sei mas o que fazer,será se a vida é esse vazio enorme sem nada,somente o silêncio da dor,da falta de esperança,os meus pés flutuam na escuridão a qual mim encontro.A diversão mim faz sentir pior do que já sou,posso até esquecer na hora dos problemas,mas depois vem tudo a tona,como correntezas de aguas que chegam a mim sufocar a alma,o unico pensamento que tenho é que um dia isso irá acaba de um modo ou de outro,ou seja com a morte,para muitos podem parecer loucura,mas para mim não,é somente a solução de tudo.
Borboletas
Fico a observa as borboletas,com uma certa pontinha de inveja,há como gostaria de ser como elas,livres,leves,e felizes,minha vida ultimamente está muito triste,sem vida,estou insastisfeita comigo mesmo,fico mim perguntado o que será que tenho de errado,estou mim sentido vazia sem nada por dentro totalmente oca definitivamente,nada que tenho feito preenche esse vazio horrivel,essa vontade incontrolável de chorar,de gritar a minha dor a minha tristeza para o mundo inteiro ouvir,mas nada disso iria adiantar pois as pessoas fecharam os ouvidos para mim,mas sei que dias melhores viram,dias que poderei rir atoa de qualquer coisa,ser feliz mesmo rir mesmo de verdade,e não rir somente por rir,eu sei que vai chegar esse dia glorioso o qual poderei gritar a minha vitória para mundo e dizer eu vence eu vence sim,vence a dor,a tristeza,o medo de ser feliz,a insatisfação comigo mesmo,com tudo que faço e nada sai certo.Como é bom sonhar não é verdade!não custa nada,pelo menos deixa a gente nem se for por um segundo feliz,acreditando que tudo vai dar certo que tudo ira mudar,quem sabe um dia alcançar a felicidade plena.
Continuo aqui sonhando,pois só o que mim resta por enquanto é os sonhos a vontade de vencer,pois são eles que mim deixam de pé,a se não fossem eles para sustentar os meus pés,não estaria mais aqui mesmo,já teria mim ido,como as borboletas(aff que falta de sabedoria a minha,que inocência a minha,mim comparar com uma linda borboleta,estou muito longe de se torna uma linda borboleta).
Mesmo Erro
Vi o mundo revirando em meus lençóis E, mais uma vez,
não consigo dormir
Saio porta fora e subo a rua, Olho as estrelas sob os
meus pés.
Relembro coisas certas que eu transformei em erradas e
aqui vou eu.
Minha mente está confusa mas meu coração é forte.
Consegue ver?
Assim, enviei alguns homens à luta, e um voltou morto à
noite,
não consigo dormir
Saio porta fora e subo a rua, Olho as estrelas sob os
meus pés.
Relembro coisas certas que eu transformei em erradas e
aqui vou eu.
Minha mente está confusa mas meu coração é forte.
| Olá, olá!Não há lugar onde eu não possa ir. |
| Perdi o rastro que me guiou, então assim continuo. |
Assim, enviei alguns homens à luta, e um voltou morto à
noite,
Dizendo que vira meu inimigo. Disse que parecia comigo.
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